
O presidente da Associação dos Moradores do Catavento, Renato Zunti, denunciou nesta semana a situação recorrente de falta de água na região. Segundo ele, o problema afeta dezenas de famílias de baixa e média renda que, em muitos casos, precisam comprar água para suprir necessidades básicas.
Zunti critica a JA Gestão e Empreendimentos Imobiliários, responsável pelo abastecimento, por não realizar melhorias estruturais para garantir a regularidade do fornecimento. “A falta de água é constante. É um crime. Ficar sem água é um absurdo. Há várias pessoas comprando água porque em suas casas não há uma gota saindo das torneiras”, afirmou.

De acordo com o presidente da associação, o poço artesiano tem capacidade de abastecer todos os moradores quando operado de forma contínua, mas a empresa mantém o fornecimento apenas em horários restritos. Além disso, a manutenção é considerada falha. “Se a bomba dá problema no fim de semana, só aparece alguém na segunda-feira para ligar a válvula. É uma vergonha”, reforçou.
Morador da região há quatro anos, Zunti diz que precisou instalar reservatórios para garantir o mínimo de segurança hídrica em casa. Ele lembra que o problema já se arrasta há mais de uma década. “Quem não tem condições financeiras está passando necessidade. A prefeitura tem acompanhado de perto para buscar soluções, mas a empresa não vem prestando um bom serviço”, concluiu.
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