
Toda semana, cerca de 45 pacientes com Parkinson se reúnem no Centro de Reabilitação (Creab) Noroeste para receber cuidados de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, apoio psicológico e nutricional, além de atividades de música e dança. O grupo de especialistas, formado há cerca de quinze anos, tem o objetivo de prestar assistência para retardar o avanço da doença e promover a socialização, contribuindo para a manutenção de uma vida ativa e com mais qualidade aos pacientes. Os encontros do acontecem às quartas e sextas-feiras e têm duração de uma hora e meia.
A assistência aos pacientes é feita por uma equipe multiprofissional. Podem participar das atividades os moradores das regionais Noroeste e Oeste encaminhados pelo centro de saúde de referência para reabilitação no Creab. Caso o usuário tenha diagnóstico de Parkinson, após a avaliação da equipe da unidade, e se houver indicação clínica, ele é direcionado para fazer parte dos encontros semanais.
Ao longo dos anos, o grupo se consolidou como um espaço de tratamento mais amplo, incluindo atividades de reabilitação com lazer, onde pacientes com o mesmo diagnóstico podem trocar experiências. “O Parkinson é uma doença que pode afetar muito o emocional. Muitas vezes, o paciente sai pouco de casa e o grupo acaba sendo o local onde ele pode socializar e fazer atividades que contribuem também para a saúde mental”, explica a fonoaudióloga e uma das idealizadoras do grupo, Krishna de Oliveira.
Os integrantes do grupo também fazem exercícios específicos para fortalecer áreas debilitadas pela doença, como a voz e mobilidade. “Incluímos o canto, por sugestão de um dos participantes. Então, além dos exercícios de fonoaudiologia, que ajudam a evitar engasgos e melhora a qualidade da fala, temos o canto, que estimula o bem-estar e a alegria”, completa Krishna. Os integrantes do grupo também participam da dança sênior para fortalecer as pernas e braços, e exercícios de fisioterapia, para auxiliar no equilíbrio e locomoção.
Ivonete Tavares participa do grupo há 11 anos. Ela reforça a importância dos encontros com outros pacientes com Parkinson. “O grupo contribui significativamente para que tenhamos mais qualidade de vida, especialmente para pessoas que só saem de casa para ir ao médico. Os encontros são oportunidades valiosas de interação e convivência”, afirmou.
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