
Faltam apenas 13 dias para o 1º turno das Eleições 2026. E as 55.820 urnas eletrônicas que vão receber os votos de mais de 16 milhões de eleitoras e eleitores mineiros no dia 4 de outubro já estão sendo preparadas.
Servidoras e servidores das 304 zonas eleitorais de Minas Gerais estão trabalhando nessa atividade. O procedimento é chamado de carga das urnas. Nesse momento, os equipamentos recebem o sistema de votação, dados de todas as candidatas e candidatos e das eleitoras e eleitores de cada seção eleitoral. Também é inserida a mídia de resultados, onde serão gravados os votos registrados em cada urna.
Após a carga, são feitos testes de funcionamento: teclado, vídeo, áudio, impressora e sistemas. Algumas urnas são selecionadas para serem submetidas a uma votação simulada, com os candidatos reais. É mais uma etapa para checar que tudo está funcionando corretamente.
Por último, as urnas recebem oito lacres. São eles que garantem que os equipamentos ficarão invioláveis até o dia da votação. No dia da eleição, em cada seção eleitoral, todos esses lacres são verificados pelos mesários antes do início da votação. Se algum deles estiver danificado ou violado, a urna é substituída por uma de reserva, que também passou pelo mesmo processo de preparação.
A partir da carga, as urnas eletrônicas estão prontas para a votação. Mas elas só funcionarão a partir das 7h do dia 04/10/2026, quando será emitida a zerésima, indicando que ainda não há nenhum voto registrado na urna.
Minas Gerais
As urnas eletrônicas de Belo Horizonte e Contagem passam pelo procedimento de carga no Centro de Apoio do TRE-MG, na capital. O processo começou no dia 19 e termina no dia 27 de setembro.
Nesta segunda-feira (21), o presidente do TRE-MG, desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga (foto abaixo), acompanhou a preparação das urnas de três zonas eleitorais de Belo Horizonte. Em entrevista a jornalistas, ele ressaltou que a carga das urnas é uma etapa importantíssima da preparação das eleições, já que agora elas estão aptas a receber os votos.
O presidente também exaltou a segurança da votação eletrônica. “A urna eletrônica é um patrimônio do Brasil e da democracia. Nesses 30 anos, ela não registrou nenhuma irregularidade, e nós precisamos valorizá-la. A cada ano nós a aperfeiçoamos, permitindo que a vontade do eleitor seja efetivamente expressa nas urnas”, disse o desembargador.
A advogada Júlia Resende Costa (foto acima, junto com o presidente do TRE-MG), presidente da Comissão de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil em Minas Gerais (OAB/MG), também acompanhou a carga das urnas nesta segunda (21). E ressaltou que a OAB “vem trazer legitimidade para essa fiscalização do processo eleitoral, que é pública e necessária”.
Nos outros 851 municípios mineiros, a carga é feita por cada zona eleitoral, em data e local definidos pelo juiz eleitoral. O prazo para conclusão é 29 de setembro.
Faltam apenas 13 dias para o 1º turno das Eleições 2026. E as 55.820 urnas eletrônicas que vão receber os votos de mais de 16 milhões de eleitoras e eleitores mineiros no dia 4 de outubro já estão sendo preparadas.
Servidoras e servidores das 304 zonas eleitorais de Minas Gerais estão trabalhando nessa atividade. O procedimento é chamado de carga das urnas. Nesse momento, os equipamentos recebem o sistema de votação, dados de todas as candidatas e candidatos e das eleitoras e eleitores de cada seção eleitoral. Também é inserida a mídia de resultados, onde serão gravados os votos registrados em cada urna.
Após a carga, são feitos testes de funcionamento: teclado, vídeo, áudio, impressora e sistemas. Algumas urnas são selecionadas para serem submetidas a uma votação simulada, com os candidatos reais. É mais uma etapa para checar que tudo está funcionando corretamente.
Por último, as urnas recebem oito lacres. São eles que garantem que os equipamentos ficarão invioláveis até o dia da votação. No dia da eleição, em cada seção eleitoral, todos esses lacres são verificados pelos mesários antes do início da votação. Se algum deles estiver danificado ou violado, a urna é substituída por uma de reserva, que também passou pelo mesmo processo de preparação.
A partir da carga, as urnas eletrônicas estão prontas para a votação. Mas elas só funcionarão a partir das 7h do dia 04/10/2026, quando será emitida a zerésima, indicando que ainda não há nenhum voto registrado na urna.
Minas Gerais
As urnas eletrônicas de Belo Horizonte e Contagem passam pelo procedimento de carga no Centro de Apoio do TRE-MG, na capital. O processo começou no dia 19 e termina no dia 27 de setembro.
Nesta segunda-feira (21), o presidente do TRE-MG, desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga (foto abaixo), acompanhou a preparação das urnas de três zonas eleitorais de Belo Horizonte. Em entrevista a jornalistas, ele ressaltou que a carga das urnas é uma etapa importantíssima da preparação das eleições, já que agora elas estão aptas a receber os votos.
O presidente também exaltou a segurança da votação eletrônica. “A urna eletrônica é um patrimônio do Brasil e da democracia. Nesses 30 anos, ela não registrou nenhuma irregularidade, e nós precisamos valorizá-la. A cada ano nós a aperfeiçoamos, permitindo que a vontade do eleitor seja efetivamente expressa nas urnas”, disse o desembargador.
A advogada Júlia Resende Costa (foto acima, junto com o presidente do TRE-MG), presidente da Comissão de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil em Minas Gerais (OAB/MG), também acompanhou a carga das urnas nesta segunda (21). E ressaltou que a OAB “vem trazer legitimidade para essa fiscalização do processo eleitoral, que é pública e necessária”.
Nos outros 851 municípios mineiros, a carga é feita por cada zona eleitoral, em data e local definidos pelo juiz eleitoral. O prazo para conclusão é 29 de setembro.
Todas as urnas eletrônicas a serem utilizadas em Minas Gerais ficam armazenadas em locais com vigilância 24h. Elas serão distribuídas para os locais de votação na véspera ou na madrugada do dia da eleição.
Fiscalização
Além da OAB, diversas entidades acompanham o procedimento de carga das urnas, como o Ministério Público, partidos políticos e missões de observação credenciadas pelo TSE, entre outras. Essas entidades também acompanham de perto outras etapas do processo eleitoral, como a geração de mídias, definição das urnas para auditoria, teste de integridade das urnas e teste de autenticidade dos sistemas. A participação de entidades fiscalizadoras é fundamental para garantir a legitimidade e transparência do processo eleitoral brasileiro.
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