
Diante de um novo cenário econômico, a relicitação terá que prever um aumento no pedágio ou a redução do trecho a ser duplicado. Se não houver essas mudanças no contrato, existe o risco de não haver empresas interessadas em assumir a concessão.
“Para ter interessados, é preciso que a concessão seja lucrativa. Se a empresa atual está entregando, é necessário fazer essa mudança. O cenário hoje é diferente, de recessão. Então, ou aumenta o pedágio, ou reduz as benfeitorias, ou aumenta o prazo de concessão”, diz o presidente do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia, Clemenceau Saliba.
Conforme O TEMPO mostrou em junho, o secretário de coordenação de projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da União, Tarcísio Gomes de Freitas, declarou que, caso a relicitação ocorra, o novo contrato de parceria vai prever duplicação de um trecho menor – e não de 700 km, como é hoje.
“A ampliação vai acontecer onde houver volume de tráfego que a justifique. O ritmo de investimento deve ser governado pela demanda”, afirmou Freitas.
Da Redação com O Tempo

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