
O pagamento da primeira parcela do salário de mais da metade dos servidores de Minas Gerais ainda não foi efetuado. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEF). Com o atraso, o calendário de pagamento não foi cumprido, já que a data estabelecida era de que ocorresse até a quarta-feira (13).
O governo alega que a greve dos caminhoneiros fez a arrecadação tributária ter uma queda de R$ 340 milhões. Uma nova data não foi informada para o pagamento dos servidores restantes. No entanto, a secretaria afirmou que com o fluxo de caixa se normalizando, os pagamentos poderão ser realizados.
O não pagamento dos salários e o parcelamento do mesmo já gera reflexos negativos, um deles é a greve dos médicos do Hospital João XXIII. A decisão foi tomada pelo Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed) que cobra o pagamento integral dos salários. “O pagamento da última parcela de abril só aconteceu no início de junho”, afirma o sindicato.
Outra categoria que está paralisada é a da educação. De acordo com o Sindicato Únicos dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) os profissionais voltarão às salas de aula, somente quando a primeira parcela for paga.
Por bhaz

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