
O ministro Luiz Fux, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), negou uma ação cautelar que pedia que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fosse declarado inelegível antecipadamente. Em decisão publicada na terça-feira (31), o ministro extinguiu o processo sem entrar no mérito da questão. Foi a segunda vez que o TSE negou uma ação para declarar Lula inelegível antes do registro de sua candidatura à presidência.
Apesar da decisão, o jornal O Estado de S. Paulo desta quarta-feira (1) trouxe a informação de que o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luiz Fux, considera que "um político enquadrado na Lei da Ficha Limpa não pode forçar uma situação, se registrando, para se tornar um candidato sub judice". Ainda que não tenha citado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a declaração foi dita após ser questionado sobre a estratégia do PT para a corrida presidencial.
Do lado petista, o partido fará sua convenção no sábado (4) sem indicar o candidato a vice de Lula, nome que deve ser apresentado até 15 de agosto. Uma ala do PT voltou a ventilar o nome de Gleisi Hoffmann como opção para o cargo.
Lula foi condenado em segunda instância no processo do triplex e, por isso, está inelegível segundo as regras da lei da Ficha Limpa sancionada por ele em 2010.

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