
O Núcleo de Apoio à Vida de Sete Lagoas (NAVISEL/2019) alerta para a necessidade de prevenção contra o suicídio que teve vários casos no município em 2018.
Veja abaixo as orientações do Dr. Edwin Schneidman:

“Nós não somos orientados para identificar os sinais, mas eles existem na maioria dos casos de morte voluntária. Às vezes, eles vêm nas palavras, são os sinais verbais de quem diz, por exemplo, que não vê mais graça na vida, que quer "terminar com tudo".
Há também alertas que se confundem com sintomas de depressão: mudanças bruscas de humor, recolhimento, tristeza, ansiedade, uso de substâncias tóxicas, agitação (insônia) e desesperança.
Um terceiro grupo merece cuidado ainda maior porque demonstra que a pessoa pode ter avançado na ideação do suicídio, ou seja, cruzou a fronteira da contemplação. Fez planos, ou já decidiu sobre a própria morte:
• Despedidas: a pessoa procura aqueles que são importantes para se despedir. É comum buscar amigos de infância e que foram relevantes em algum momento de suas vidas.
• Organização financeira: colocam sua contabilidade em dia, pagam dívidas e contas, normalmente para evitar que a família tenha problemas.
• Desapego: se desfazem de suas posses, inclusive objetos de valor afetivo. É uma forma de fazer um testamento em vida.
• Nostalgia e falta de planos: só falam do passado, relembram momentos felizes.
• Melhora aparente: é comum ouvir depoimentos do tipo "mas ela estava bem melhor", em particular, nos casos ligados à depressão. O que ocorre é que de fato, quando a decisão já está tomada, o conflito se dilui e a pessoa parece estar bem.
O que fazer?
Se você achar que alguém esteja pensando em se matar, a orientação é simples: converse de forma direta e sem julgamentos. Tente identificar em que estágio essa pessoa se encontra. A ideia passa pela cabeça ou já avançou para o planejamento?
Com delicadeza, ofereça ajuda e sugira procurar um psiquiatra porque ele pode estar com algum transtorno mental. Só um especialista poderá fazer esse diagnóstico.
Por fim, e mais importante, ouça, ouça e ouça. Muitas vezes, ter com quem conversar é o que eles mais precisam. Seja generoso e evite dar opiniões. A dor do outro nós nunca conseguimos alcançar.
Evite:
• Interromper a conversa;
• Mostrar-se chocado;
• Colocá-lo numa posição de inferioridade;
• Fazer comentários invasivos;
• Encarar o problema como trivial;
"A melhor forma de entender o suicídio não é estudando o cérebro, e sim, as emoções. As perguntas a fazer são: ‘onde dói’? e ‘como posso ajudá-lo?’”
Da Redação com o NAVISEL/2019
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