
Após o governador Romeu Zema (Novo) enviar projeto à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) com plano de reajuste salarial dos servidores da segurança pública em 37% (13% para julho deste ano, 12% em 2021 e 12% em 2022), servidores de outras categorias cobram recomposição salarial também.
Um exemplo vem dos trabalhadores da educação. A coordenadora geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-Ute), Denise Romano, afirma que a categoria não é contra reajuste da segurança, mas que a recomposição precisa ocorrer nas outras categorias de servidores do Estado.
"Queremos expressar a indignação dos trabalhadores em educação em relação à tática adotada do governo em fazer política diferenciada para o funcionalismo sem levar em consideração que a educação tem recursos vinculados que precisam ser investidos na educação. E sem levar em consideração legislação que já existe. A lei 20.710 de 2015 que garante o pagamento do piso salarial nacional. Não somos contra reajuste salarial de nenhum trabalhador de Minas Gerais. Criticamos a falta de isonomia do governo do Estado no tratamento com as pautas que a Educação apresenta", afirmou Denise nesta quinta-feira (6).
Ela afirma também que nunca fora apresentado pelo governo um plano para implementação do piso nacional dos servidores da área.
A falta de reajuste, como sempre afirmou o governo de Minas, ocorre devido a atual situação catastrófica dos cofres do Estado.
Um alívio para as contas de Minas Gerais pode ocorrer com o leilão dos royalties do nióbio.
Os funcionários da educação de Minas prometem uma greve, que deve começar a partir da próxima terça-feira (11).

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