
Apesar das atenções estarem voltadas para o novo coronavírus, a dengue continua contaminando em Sete Lagoas, mesmo com o fim do período chuvoso, o que aponta para o maior índice de proliferação do Aedes aegyti dentro das residências.
Dados do dia 18 de maio apontavam na cidade 1.047 casos confirmados de dengue e 3.664 notificações, sem mortes registradas no município este ano. Já os dados mais atuais, de 3 de junho, apontam 1.105 casos positivos e 3.763 notificações, das quais 2.631 foram descartadas. Em 16 dias, o aumento no número de casos positivos foi de 5,53%, com 58 novas confirmações. Felizmente, nenhuma delas grave, já que o número de casos de dengue com sinais de alarme se manteve em 27 este ano.
"Historicamente, ocorre redução de casos nesta época devido à temperatura, mas o alerta sobre a necessidade de cooperação da população continua. A situação ainda é preocupante", ressalta a superintendente de Vigilância Epidemiológica, Sueli Lacerda.
Desde o início do ano, a Superintendência de Vigilância Epidemiológica, por meio do Centro de Controle das Arboviroses, alertou quanto a possibilidade de grande registro de casos, já que o Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) identificou várias áreas de risco no município. O relatório mostrou que 82% dos focos estão dentro das residências.
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