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Política Eleições 2020

Em dez cidades mineiras, eleitores ainda não conhecem prefeitos

Com candidaturas sub judice, vencedores aguardam decisão do TRE para serem diplomados e governarem os municípios nos próximos quatro anos

17/11/2020 17h29
Por: Redação Fonte: Estado de Minas
Em Mariana, Celso Cota recebeu mais de 42% dos votos válidos, mas sua vitória ainda é incerta (foto: Wikipedia Commons/Divulgação)
Em Mariana, Celso Cota recebeu mais de 42% dos votos válidos, mas sua vitória ainda é incerta (foto: Wikipedia Commons/Divulgação)

Em dez cidades mineiras - Antônio Carlos, Campestre, Ibertioga, Itabira, Japaraíba, Lamim, Mariana, Pedra do Anta, São Gonçalo da Sapucaí e Virginópolis – a população ainda não sabe quem será o prefeito que irá governar nos próximos quatro anos. Isso porque, com candidaturas sub judice, os eleitos aguardam decisão da Justiça Eleitoral para comemorar.

 

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Em Mariana, berço da fundação mineira, Celso Cota, do MDB, conseguiu 14.764 votos, ou 42,61% do eleitorado, mas ainda não sabe se irá assumir a Prefeitura. Uma coligação de oposição e o Ministério Público pediram a impugnação da candidatura de Cota. Na segunda colocação ficou Newton Godoy, do Cidadania, que levou 11.168 votos, ou 32,23%.

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No entanto, em caso de confirmação da impugnação da candidatura de Cota, Godoy não deve assumir a Prefeitura. Nesses casos, o TSE deverá convocar novas eleições.

 

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O mesmo acontece em Antônio Carlos. Cristina, do PDT, conseguiu 45,41% dos votos, mas está com a candidatura sub judice. Herbert, do PTC, ficou na segunda colocação, com 31,10% do eleitorado.

 

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Ao lado de Antônio Carlos, Ibertioga se encontra na mesma situação. José Francisco Rodrigues, o Juquinha, tenta a reeleição pelo PTB, mas ficou na segunda colocação, com 46,03% dos votos. A votação expressiva não foi suficiente para superar Tatão, do PSDB, que teve 49,26% dos votos válidos. Mas, com a candidatura ainda em análise pelo TRE, Tatão pode não ser diplomado.

 

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Já em Campestre, quem corre o risco de não assumir o Executivo é o atual prefeito Nivaldo Donizete (PSDB), o Zetinho. Apesar de ter recebido pouco mais de 52% dos votos válidos, Zetinho ainda briga na Justiça pelo deferimento de sua candidatura. Elias da Farmácia, do PTB, ficou em segundo lugar, com 47,82% dos votos válidos.

 

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No município de Itabira, o prefeito Ronaldo Magalhães (PTB) pode ganhar uma nova chance de disputar a reeleição caso a candidatura de Marco Antônio (PSB) seja indeferida. O pesebista conseguiu pouco mais de 50% dos votos válidos, mas ainda não sabe se levará a Prefeitura. Já Magalhães garantiu 43,34% dos votos válidos.

 

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Em Japaraíba, Rogério Lacerda (Rede) desbancou Leo Fernandes (Cidadania), levando 62% dos votos válidos. Mas, apesar da ampla votação, Lacerda tem seu futuro incerto.

 

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Do mesmo partido de Leo Fernandes, Dr. Marcão (Cidadania) também foi derrotado em Lamim. Ele teve 42,34% dos votos válidos, contra 57,66% dos votos de Roberto do Juca (PP). Mas a eleição ainda continua indefinida na cidade porque Roberto se encontra com a candidatura sub judice.

 

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Em Pedra do Anta, Sueli, do PSDB, seria eleita com uma votação ampla em cima do atual prefeito, João Leitero (MDB). Ela conseguiu pouco mais de 65% dos votos, contra 34,93% de Leiteiro. Mas sua candidatura também está em análise pelo TRE e o emedebista pode ter nova chance de concorrer à reeleição.

 

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Já em São Gonçalo do Sapucaí, é o prefeito que pode não voltar ao Executivo. Eloi Radin (PSB) conseguiu votos para garantir a reeleição, mas depende ainda da Justiça Eleitoral para saber se volta ou não para a Prefeitura em 2021. Ele conseguiu 48,48% dos votos válidos, contra 22,42% de Brian Dragão (PSL).

 

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No município de Virginópolis, Boby Leão (PDT), arrebanhou quase 63% dos votos válidos, mas pode não levar a Prefeitura. Em segundo lugar ficou Sormanny (PL), com 26,29% dos votos.

 

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