O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, pediu demissão do cargo nesta segunda-feira (29). A informação foi divulgada inicialmente pelo jornal "O Globo", que informou que o ministro repassou a informação aos seus subordinados em uma reunião no Itamaraty. Diversos veículos de comunicação em Brasília confirmaram a decisão de Araújo, que fará o pedido formalmente ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ainda hoje.
Ernesto Araújo sofria pressões do Congresso Nacional, que se acenturaram após uma sabatina realizada no Senado. Na ocasião, ele foi bastante cobrado pelos senadores. Como resposta, no domingo, acusou o Senado de ter interesses no leilão da tecnologia 5G.
O ministro das Relações Exteriores era considerado um empecilho à busca por vacinas e insumos contra o coronavírus na comunidade internacional. Sob sua gestão, o Brasil criou embaraços com a China, fortemente atacada pela família presidencial e respaldada pelo chanceler, com a União Europeia, com a Argentina e com o novo governo dos Estados Unidos. Esses são os quatro maiores parceiros comerciais do Brasil.
Em sua coluna nesta segunda-feira, o editor de Política, Ricardo Corrêa, analisou a situação insustentável vivida pelo chanceler Ernesto Araújo. Leia mais aqui.

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