O presidente Jair Bolsonaro informou, na live semanal divulgada nas redes sociais nesta quinta-feira (9), que caminhoneiros o avisaram, em reunião no Palácio do Planalto, que vão "manter o movimento" até domingo (12).
"É um direito deles. Não influencio nessa área. Fui bem claro que se passar de domingo vamos começar a ter problemas seríssimos de abastecimento, influencia na economia, aumenta a inflação. Os problemas se voltam contra nós, contra eles que fizeram o movimento e contra mim, que sou chefe Estado", disse o presidente.
Segundo Bolsonaro, ele se encontrou com 12 caminhoneiros. Mais cedo, a deputada federal Carla Zambelli havia informado no Palácio do Planalto que o presidente recebeu representantes da categoria que segue mobilizada em Brasília.
Em outro momento da live, Bolsonaro admitiu que há radicalização entre seus apoiadores, mas não mencionou os momentos em que incitou a ruptura institucional.
"Eu sempre disse que ia jogar dentro das 4 linhas da Constituição. Alguns se irritam, quer que eu saia por aí escalpelando os outros, fechando instituições, prendendo, atirando. Eu reconheço que há pessoas chateadas com muita coisa que acontece no Brasil", disse o presidente, que relativizou pedidos de fechamento do Congresso e do STF.

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