Depois de suspeitas de retaliação de parte da cúpula da Polícia Civil, no fim da manhã desta terça-feira (22), como forma de reprimir o movimento que pede a recomposição salarial de integrantes das forças policiais de Minas Gerais e que levou para as ruas de Belo Horizonte mais de 15.000 policiais e outros agentes, o governador Romeu Zema (Novo), orientado por pessoas de sua confiança, incluindo assessores de marketing, convocou uma reunião de emergência para discutir as repercussões de seus atos.
O encontro avalia o desligamento de integrantes deste movimento grevista, sobretudo de policiais militares, sob a alegação de que a greve é ilegal. Esse discurso já está sendo adotado pela equipe do governador que atua em redes sociais fazendo sua defesa política.

POLÍTICA Ex-prefeito Kalil é condenado por improbidade e nepotismo em Belo Horizonte
SETE LAGOAS STF notifica empresários de Sete Lagoas e estabelece prazo para resposta sobre atos de 8 de janeiro
TITULO ELEITORAL Mais de 970 mil eleitores em Minas Gerais estão com o título cancelado e têm prazo para regularizar a situação
POLÍTICA Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF em votação inédita
AUDIÊNCIA PÚBLICA Audiência pública na ALMG vai debater fim de cachês abusivos em shows
POSSÍVEL ALIANÇA Aécio Neves surpreende ao admitir chance de aliança com Luiz Inácio Lula da Silva em Minas: “Na política, nada é impossível” Mín. 18° Máx. 28°

