
Vinte e três trabalhadores foram resgatados em condições análogas à escravidão em uma fazenda no Norte de Minas Gerais. Os funcionários, todos homens, atuavam como catadores de raízes em uma área de vegetação nativa desmatada para plantio de soja e grama de pasto, no município de Januária, área vizinha ao Parque Nacional Grande Sertão Veredas, na divisa com a Bahia.
A estrutura era uma casa de passagem abandonada, sem banheiro, portas e janelas e com cozinha improvisada - em estado de “mais absoluta indignidade e sujeira extrema”, como relata o coordenador do Grupo Estadual de Combate ao Trabalho Escravo, Humberto Monteiro Camasmie.
Os funcionários dormiam em colchões no chão e beliches que ficavam expostas aos animais do terreno. No momento do resgate, os auditores fiscais chegaram a encontrar galinhas e fezes das aves em cima das camas e dos pertences dos trabalhadores. Para tomar banho, eles tinham que esquentar água em canecos e se lavar em um cômodo sem telhado. A cozinha era em área aberta coberta por uma lona.
“Essa foi uma das situações de superexploração do trabalho mais chocantes que nos deparamos. Pelo nível de vulnerabilidade e precariedade a que essas pessoas estavam submetidas", comenta o auditor fiscal do trabalho da Superintendência Regional do Trabalho de Minas Gerais (SRE/MG).

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