
Programado para ser realizado nesta quarta-feira (22 de junho) no Fórum Felix Generoso, o julgamento de Márcio João Ribeiro, o Marcinho, suspeito de ser o mandante do assassinato de Antônio Claudio Maciel, o “Tunico Donana”, acabou não acontecendo.
O réu não compareceu, alegando estar doente. O advogado de defesa dele apresentou um atestado e mesmo assim seria julgado, pois o advogado o representaria.
Também duas mulheres que estavam no Júri alegaram que não podiam ficar no plenário, porque tinham filhos pequenos e não poderiam ausentar-se por dois dias.
Segundo informações, o advogado do réu tirou a toga e abandonou o Tribunal do Júri. Então, a juíza teria impetrado uma multa de 30 salários mínimos, sendo que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi informada sobre a atitude do advogado.
Relembre o caso
No dia 8 de outubro de 2012, o empresário Antônio Claudio Maciel foi executado de forma cruel quando buscava o filho em uma obra no bairro São José, sem ter tido a mínima condição de defesa. O executor o seguiu e atirou á queima roupa contra a vítima, em plena luz do dia, tendo o empresário morrido no colo do seu filho.
“Tunico Donana” era pessoa muito querida em Sete Lagoas e sua morte ganhou repercussão na mídia de todo o estado de Minas Gerais.

Após investigação a Polícia Civil prendeu todos os envolvidos no bárbaro crime, que segundo as investigações, havia sido encomendado por Márcio João Ribeiro, o “Marcinho”.
Família quer justiça
A família de Antônio Claudio Maciel que durante quase dez anos viveu a expectativa desse julgamento, clama por justiça. “Nada vai cobrir essa dor e lacuna deixada com a morte de um pai de família que não acompanhou o crescimento e o sucesso de seus três filhos. Mas, pelo menos, a gente vai ter um alento em saber que uma pessoa sem escrúpulo e sem saber o que é uma família vem de fora para fazer uma crueldade dessas. Nós estamos clamando por justiça para amenizar um pouco dor que será para sempre em nossas vidas”, disse a viúva Rosa Maciel.
Mesmo sendo um dos crimes mais cruéis já registrados em Sete Lagoas, a defesa de Márcio João da Ribeiro já havia tentado todas as manobras para adiar ao máximo o julgamento.

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