
O Partido Liberal (PL) afirmou à Justiça Eleitoral que o ex-juiz Sérgio Moro (União Brasil) cometeu abuso de poder econômico e se beneficiou de caixa dois na disputa que o elegeu ao Senado no ano passado. A informação foi publicada pelo colunista Rogério Gentile, do UOL.
Segundo o colunista, as alegações do PL – partido do ex-presidente Jair Bolsonaro – constam em um processo que tramita no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná e pede a cassação do mandato de Moro.
A ação foi aberta em 23 de novembro do ano passado, mas estava em segredo de Justiça. O sigilo foi revogado no dia 17 de janeiro de 2023.
"O que se inicia como uma imputação de arrecadação de doações eleitorais estimáveis não contabilizadas, passa pelo abuso de poder econômico e termina com a demonstração da existência de fortes indícios de corrupção eleitoral", diz o PL no processo.
O partido de Bolsonaro afirma que esse abuso de poder econômico gerou um "desequilíbrio" na disputa eleitoral ao Senado que "fulminou a legitimidade do resultado". Moro foi eleito com cerca de 1,9 milhão de votos (33,5%). O segundo colocado foi Paulo Martins, do PL, com cerca de 1,7 milhão de votos (29,1%).
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