
Minas Gerais deve enfrentar uma sobrecarga do sistema de saúde com a confirmação da epidemia de dengue e chikungunya. Essa é a avaliação de especialistas, que destacam o impacto para todo o atendimento à população, mesmo em casos que não sejam ligados a essas doenças. Minas passa por uma disparada de casos de doenças relacionadas ao Aedes aegypti e é, disparado, o Estado com mais casos no país.
Para José Geraldo Leite Ribeiro, epidemiologista e professor emérito da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, há inclusive a possibilidade de colapso do sistema com a epidemia. “O risco sempre ocorre quando há epidemia de dengue e a chikungunya também contribui para o aumento do movimento”, avalia. Em Minas Gerais, são 34.421 casos prováveis de chikungunya, mais de 63% dos praticamente 54 mil diagnósticos suspeitos em todo o país.

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