
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou todas as provas obtidas por meio do acordo de leniência da construtora Odebrecht e dos sistemas de propina da empresa, que serviram de base para diversas acusações e processos na operação Lava Jato.
O magistrado declarou que essas provas são imprestáveis, e não podem ser usadas em processos criminais, eleitorais e em casos de improbidade administrativa.
Em sua decisão, Toffoli também manda órgãos como a Advocacia-Geral da União, Procuradoria-Geral da República e Conselho Nacional de Justiça apurarem a responsabilidade de agentes públicos envolvidos na celebração do acordo de leniência.
Em outro ponto da decisão, o ministro ainda determina que a Polícia Federal (PF) apresente, em 10 dias, conteúdo integral das mensagens apreendidas na “operação Spoofing” para todos os réus processados pelos agentes identificados nos diálogos.
Toffoli considera que o contexto dessas ações possibilita concluir que a prisão do presidente Lula foi, além de “um dos maiores erros judiciários da história do país”, uma “armação”.
Após a decisão, a Advocacia-Geral da União (AGU) vai criar uma força-tarefa para determinar se foram cometidas irregularidades por agentes públicos e buscar “reparação de danos causados” por ações contra o presidente Lula (PT).
IMPRENSA AMM lança 1º Prêmio de Jornalismo com foco nos municípios mineiros
ESCÂNDALO Caso Master: R$ 19,2 mi de cunhado de Vorcaro foram para igreja em BH
Eleições Saiba como se proteger de golpes que usam o nome da Justiça Eleitoral
SETE LAGOAS Rádio Câmara de Sete Lagoas lança aplicativo para celulares
BELO HORIZONTE Eleições 2026: saiba o que pode e o que é proibido no dia da votação
CRISE NO SUPREMO Ministro Flávio Dino reintegra chefes da PF e determina retorno imediato aos cargos
ELEIÇÕES 2026 Lula e Flávio Bolsonaro estão em empate técnico no segundo turno, aponta pesquisa
PRUDENTE DE MORAIS Justiça mantém cobrança de R$ 3,3 milhões contra ex-prefeito Haroldo Cunha Abreu por danos aos cofres públicos
CRISE NO SUPREMO André Mendonça afasta diretor-geral da PF em meio à crise no STF Mín. 17° Máx. 28°
