
Conforme publicado pelo Site Mega Cidade, na 21ª Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Inhaúma, dia 1º de agosto último, foi constituída a Comissão Processante para analisar a denúncia de usos indevidos de diárias pelo prefeito Juninho.
Em menos de um ano, teriam sido pagas diárias ao prefeito no valor de R$ 45.605,50, o que contraria a legislação municipal.
Na ocasião, 5 vereadores (Patrícia Araújo, Mário Vieira, Rogério Angelino, Rogério Costa e Marco Paulo) votaram a favor da abertura da Comissão Processante e 3 vereadores (Davi Roberto Alves, Ângelo Ferreira de Oliveira e Cristiane Aparecida Ferreira de Souza) se abstiveram da votação.
Em outra denúncia também divulgada pelo Mega Cidade, após a Câmara Municipal entrar com mandado de segurança contra o prefeito Juninho, por suspeita de fraude em obras e medições para pagamento sem processo licitatório, quando o mesmo descumpriu o referido mandado, não tendo apresentado documentos solicitados pelos vereadores, foi constituída outra Comissão Processante formada pelos vereadores Ângelo Ferreira de Oliveira – presidente, Cristiane Aparecida Ferreira de Souza (MDB) – relatora e Rogério de Oliveira Costa - membro.
Nesse sentido, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Manifestação nº 621318082023-8 indeferiu a instauração de procedimento extrajudicial sobre o caso, e após a denúncia, a qual entendeu que não é de sua competência, solicitou à Comissão de Ética da Câmara Municipal de Inhaúma, investigação sobre a conduta dos 3 vereadores que se abstiveram na votação, o que segundo o MPMG caracteriza crime de prevaricação.
Além do mais, segundo o promotor Renato Bretz Pereira, nenhum dos referidos vereadores, por serem defensores da atual gestão municipal, não poderiam integrar as comissões instauradas na Câmara para investigar o prefeito Juninho.
Então, o MPMG determinou à Comissão de Ética, medidas cabíveis para apurar as irregularidades apontadas, através de instauração de sindicância administrativa ou procedimento administrativo disciplinar sobre a referida conduta dos 3 vereadores.
O Site Mega Cidade entrou em contato com a presidência da Comissão de Ética da Câmara para saber que procedimentos serão adotados sobre o caso.
Também questionou os três vereadores (Davi Roberto Alves, Ângelo Ferreira de Oliveira e Cristiane Aparecida Ferreira de Souza) para saber o que cada um deles tem a dizer a respeito da afirmação do MPMG.
Contudo, até o final desta edição, nenhum deles enviou qualquer resposta.
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