
A Justiça decidiu pela cassação definitiva do ex-prefeito de Inhaúma, Geraldo Custódio Silva Júnior (Juninho).
Nesta quinta-feira (5), ele mesmo fez publicação em seu perfil do Instagram dizendo que não volta mais para a Prefeitura.
Conforme publicado pelo Site Mega Cidade, após o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspender a liminar que voltava Juninho para a Prefeitura, o STF decidiu definitivamente que a cassação de Juninho correu nos trâmites legais.
O ex-prefeito alegava que a cassação era ilegal, com a justificativa que o então presidente da Câmara, Rodrigo Serralheiro, não poderia votar na sessão em que ocorreu a sua cassação.
Mas o STF entendeu que Rodrigo poderia sim votar, tornando válida a cassação de Juninho em definitivo.
O fato é que nesta quinta-feira (5 de setembro de 2024), a 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, decidiu por denegar todos os pedidos realizados pelo ex-prefeito Geraldo Custódio Silva Júnior.
O prefeito cassado requereu na Justiça, a anulação de seu Processo de Cassação, através do Mandado de Segurança nº 2871350-41.2023.8.13.0000.
Contudo, os desembargadores da 5ª Câmara Cível decidiram por não acolher os pedidos realizados, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal e do Ministério Público do Estado de Minas Gerais.
Com a decisão, fica mantida a cassação do ex-prefeito, que não voltará a ocupar o cargo de prefeito e fica inelegível por 8 anos, não cabendo mais recurso.
Relembre a cassação de Juninho clicando no link abaixo!

ECA DIGITAL Nova lei intensifica o controle sobre o acesso de menores à internet
POLÍTICA NACIONAL Petição contra Erika Hilton na Comissão da Mulher ultrapassa 100 mil assinaturas
CONFUSÃO Influenciador e pré-candidato ao governo de MG, Ben Mendes se envolve em confusão dentro de loja em Betim
INOVAÇÃO Belo Horizonte se destaca na América Latina com uso de inteligência artificial na gestão fiscal
QUADRO CLÍNICO Defesa de Bolsonaro reforça pedido ao STF por prisão domiciliar após nova internação
Compra de votos Vereadora de Minas é cassada pela Justiça por compra de votos entre R$ 50 e R$ 100 Mín. 18° Máx. 28°


