
As consequências da exploração sexual em crianças podem ser devastadoras e persistir até a vida adulta. Além dos traumas físicos, elas desenvolvem transtornos emocionais, como depressão e ansiedade, que afetam sua capacidade de criar vínculos e projetar o futuro.
Segundo a psicóloga Mirian Anjos, esses traumas limitam a autoconfiança e distorcem as crenças das vítimas sobre si mesmas e o mundo ao redor, dificultando seus relacionamentos pessoais e profissionais.
A entidade Meninadança, que oferece apoio a vítimas, revela relatos de meninas como Ana, de 12 anos, e Maria, de 14, que sofrem com os impactos emocionais de suas experiências, mas também ressaltam a importância de receber suporte.
Com tratamento adequado, essas crianças têm mais chances de se recuperar e se desenvolver de maneira saudável.
A delegada Renata Ribeiro reforça que é obrigação de todos denunciar casos de exploração sexual, enfatizando os recursos disponíveis, como Disque 100 e 181.
A exploração não só afeta as vítimas diretamente, mas também suas famílias e comunidades, perpetuando um ciclo de violência que pode se estender por gerações.

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