
Eleito pela sexta vez para presidir o Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA) disse não sentir, no pedido de cassação do mandato de Aécio Neves (PSDB-MG), o mesmo “clima de pressão” que houve, por exemplo, com Delcídio do Amaral (ex-PT-MS), cassado no ano passado. “O que eu sinto é que o Senado não concorda com o afastamento do senador. Isso eu tenho visto muito. Eles questionam por que afastar? Por qual argumento?”, afirmou.
O senador disse que ainda não analisou o requerimento da Rede e do PSOL contra o tucano baseado na delação da JBS, mas declarou que tem “dúvida” sobre o caso e que vai aguardar análise da Advocacia Geral do Senado.
Aécio foi afastado do mandato no dia 18 de maio por ordem do ministro do Supremo Edson Fachin. Ele atendeu pedido do Ministério Público, que também solicitou a prisão do tucano, o que foi negado por Fachin. Nessa sexta-feira (9), o MP reiterou o pedido para colocar o senador na cadeia de forma preventiva, assim como para manter a irmã dele, Andrea Neves, detida.
Fonte: O Tempo

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