

O Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) reconheceu, nesta terça-feira (7), que o Clube Atlético Mineiro é o legítimo proprietário da marca Galo Volpi, encerrando uma disputa judicial que se arrastava há sete anos entre o clube e o artista plástico e programador visual setelagoano Ivã Volpi.
O caso teve início após o artista, responsável pela criação da marca em 1983, questionar o registro feito pelo Atlético, alegando que o uso da identidade teria sido desvirtuado de sua finalidade original, voltada a ações filantrópicas.
Ivã Volpi trabalhou para o clube na década de 1980 e ingressou com uma ação na 20ª Vara Federal Cível de Belo Horizonte, pedindo o reconhecimento de sua autoria e a anulação do registro feito pela agremiação alvinegra. O pedido foi indeferido em 2019, e o artista recorreu ao TRF-6, que manteve a decisão favorável ao Atlético.
Em comunicado, o clube celebrou o resultado, classificando-o como uma “importante vitória na defesa de suas marcas”, reafirmando o compromisso com a proteção de seu patrimônio intelectual.
Com a decisão, o Atlético Mineiro garante de forma definitiva a propriedade da marca Galo Volpi, um dos símbolos mais icônicos da história do clube e do futebol brasileiro.
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