
O Festival Nacional de Arte de Rua - FENAR Brasil 7ª edição Sete Lagoas 2025 apresenta, amanhã, dia 19 de novembro, um dos trabalhos mais emblemáticos do teatro de rua contemporâneo brasileiro: o Elefanteatro, criação da companhia mineira Pigmalião Escultura que mexe. O espetáculo parte às 15h da porta da Escola Estadual Doutor Arthur Bernardes e segue em cortejo até a Praça Tiradentes, onde o público poderá acompanhar a chegada do grande animal cênico.
O FENAR Sete Lagoas 2025 é viabilizado com o patrocínio da Cimento Nacional, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Conta com o apoio da Prefeitura de Sete Lagoas e a realização da Espaço Ampliar - Assessoria, Projetos e Eventos, da Secult e do Governo de Minas - AQUI O TREM PROSPERA.

O Elefanteatro é protagonizado por um boneco gigante, construído a partir de materiais recicláveis — embalagens, restos industriais e resíduos urbanos que, reconfigurados, formam a figura de um elefante monumental. A aparência monumental e impressionante e ao mesmo tempo familiar do boneco remete aos montes de lixo que se acumulam nas cidades, mas também à capacidade humana de reconstruir significados a partir do que sobra.
A dramaturgia da apresentação se desenvolve enquanto o cortejo avança. Dentro do elefante, manipuladores conduzem o movimento do boneco e interpretam personagens que parecem resgatados ao longo do caminho. O espetáculo narra a travessia de uma família migrante e propõe uma reflexão sobre deslocamentos, perdas e reconstruções. A metáfora é direta: o elefante caminha, recolhe histórias, carrega memórias e segue adiante. A frase recorrente — “um elefante nunca esquece” — funciona como eixo central do trabalho.
Segundo a sinopse original, o animal cênico “carrega pessoas, viagens e lembranças que se acumulam ao longo do percurso”. A estrutura funciona como um teatro ambulante que se move pelas ruas e modifica a cada apresentação a relação entre performers e público. Crianças, jovens e moradores acompanham o deslocamento, criando uma paisagem humana que se integra à cena.
Origem do grupo
Fundado em Belo Horizonte em 2007, o Pigmalião Escultura que Mexe desenvolve pesquisa continuada em teatro de formas animadas, combinando técnicas de marionetes, objetos e estruturas articuladas. A companhia mantém repertório com sete espetáculos, quatro cenas curtas e duas intervenções urbanas, aproximando artes visuais e artes cênicas. A busca pelo reconhecimento da marionete na arte contemporânea orienta grande parte da trajetória do coletivo.
Serviço:
Elefanteatro – Pigmalião Escultura que Mexe
Saída: EE Doutor Arthur Bernardes
Chegada: Praça Tiradentes (CAT)
19 de novembro
15h
Atividade gratuita.
Programação completa: @fenarbrasil
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