
Com o fim do imposto sindical, determinado pela reforma trabalhista, que entra em vigor neste sábado, mais de 3 mil sindicatos podem desaparecer. A afirmação foi feita pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, ao portal de notícias G1.
Agora, o trabalhador não é mais obrigado a contribuir, anualmente, com o equivalente a um dia de trabalho para o sindicato que o representa (o correspondente a 4,5% de um salário). Estima-se que o fim do imposto afetará 30% da receita dos sindicatos.
Na avaliação do ministro, com a mudança, parte dos sindicatos deverá se fundir a outros. Atualmente, cerca de 11,3 mil sindicatos representam os trabalhadores no país. Ronaldo Nogueira disse ao G1 que acredita que os sindicatos menos representativos – que, ao seu ver, são aqueles que não realizaram nos últimos três anos acordos coletivos – tendem a desaparecer.
O ministro descartou a possibilidade de haver um período de transição para o imposto sindical deixar de existir. Segundo ele, a nova lei trabalhista, que determina o fim da cobrança, será respeitada.
A idéia é que a partir de agora a contribuição sindical seja facultativa e que o valor para subsidiar as despesas dos sindicatos seja acordado em assembléia com os trabalhadores. Em 2016, o imposto sindical arrecadou R$ 3,53 bilhões.
POLÍTICA PGR se manifesta a favor de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro por questões de saúde
RENUNCIA E POSSE Mateus Simões assume o Governo de Minas após renúncia de Romeu Zema para disputar a Presidência
CASO BANCO MASTER STF autoriza transferência de Daniel Vorcaro e investigações podem avançar com possível delação
VISITA PRESIDENCIAL Lula anuncia entrega de mil ônibus escolares durante agenda em Sete Lagoas
CENÁRIO POLÍTICO Deputado João Vítor Xavier anuncia que não será candidato à reeleição
FALHAS NA GESTÃO Ex-secretárias são condenadas a devolver R$ 1,9 milhão após irregularidades em 'kits bebê'; decisão ainda cabe recurso Mín. 18° Máx. 27°


