
O governo prepara um projeto de lei para propor modificações às chamadas excludentes de ilicitude. O presidente Jair Bolsonaro quer modificar o artigo 23 do Código Penal prevendo que militares e integrantes das forças auxiliares de segurança pública, como policiais, não sejam punidos ou tenham a pena reduzida em caso de homicídios em serviço. A proposta já está prevista no pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro, mas, pelo que o chefe do Executivo federal disse à imprensa nesta sexta-feira (21/6), a ideia é prover uma “retaguarda jurídica” não apenas aos militares, mas, também, estender para policiais militares, civis, entre outras categorias, como federais e rodoviários federais.
Na prática, a característica do excludente de ilicitude é isentar de pena os agentes de segurança pública que matarem durante serviço. Bolsonaro participa de almoço com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, encarregado de concluir o projeto. “Espero que seja o último passo para apresentar projeto de modo que os homens da lei, as Forças Armadas, policiais, etc, tenham uma retaguarda jurídica para poder bem desempenhar sua função”, destacou.

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