
Falando de política e dos problemas da cidade para todos os públicos o presidente da Câmara, Cláudio Caramelo (PRB), conversou com estudantes da Escola Estadual Cândido Azeredo na última semana e respondeu a diversas perguntas sobre o Legislativo, entre outros assuntos. A dinâmica faz parte de um trabalho escolar dos alunos Daniel Costa (14), Marco Antônio Santos (15) e André Gustavo (14).
Perguntado sobre a função do Poder, Caramelo explicou que uma das prioridades é ser um prestador de serviços para a comunidade. “A gente faz uma espécie de meio de campo entre a população e a prefeitura para atender a população e resolver os problemas da cidade”.
André foi o responsável por conduzir a entrevista enquanto os colegas fizeram a gravação de vídeo que será exibida para a turma. Sobre a formatação de leis o vereador disse que “mais do que apresentar lei em quantidade e necessário que essas leis sejam viáveis e que tenham possibilidade de execução”. Disse Caramelo que citou o projeto de sua autoria que extinguiu o voto secreto na Câmara.
Na sequência a pergunta foi sobre como o Legislativo pode ajudar a cidade na questão do desemprego. “Nesse sentido a possibilidade são leis para facilitar a instalação de novos empreendimentos. E também diminuir a carga tributária para consequentemente abrir novos postos de trabalho”, opinou.
Os estudantes quiseram saber também sobre a obra do hospital regional que está parada desde 2015. Para o Caramelo, foi uma obra “mal pensada” pelo Governo do Estado. “Mesmo se a obra for terminada e as instalações entregues hoje o município não tem como girar o hospital. A manutenção é muito alta”.
Como alternativa para desonerar o município com os gastos da saúde que hoje recebe pacientes de aproximadamente 36 municípios da região, o presidente pensa que seria justa uma contribuição maior das cidades vizinhas. “A responsabilidade é de todos. Não podemos fechar as portas para pacientes da região, mas deveria acontecer um pacto entre os municípios para uma ajuda maior”.
Encerrando a entrevista a pergunta foi sobre os benefícios para a cidade com a sede da Câmara inaugurada em novembro do último ano. O vereador fez um paralelo com o regional e disse que “aqui (no prédio) também tinha muito dinheiro investido porque a obra começou em 2007. Se fosse construir hoje não seria dessa forma, mas como estava encaminhado tínhamos como obrigação concluir e entregar para a população que hoje tem muito mais conforto para buscar atendimento”, encerrou.
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