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Governo altera fases do programa 'Minas Consciente'; saiba como fica

Lógica dos níveis sofreu alteração; municípios poderão seguir diretrizes adotadas por macro ou microrregiões de saúde

30/07/2020 09h22
Por: Redação Fonte: Com EM
Imagem ilustrativa
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O governador Romeu Zema (Novo) anunciou, nesta quarta-feira (29), as bases da nova versão do Minas Consciente, programa que determina as normas para flexibilização das medidas restritivas adotada em virtude do novo coronavírus. Agora, a iniciativa terá três ondas e não quatro. As fases são simbolizadas pelas cores vermelha, amarela e verde.

De acordo com as regras ainda vigentes, Sete Lagoas encontra-se na onda verde do programa.

Ao explicar as mudanças no programa, Zema comparou o modelo a um sinal de trânsito. “A onda vermelha vai ser aplicada aos municípios e regiões com mais dificuldades. A amarela, aos que estão em condição intermediária. A verde, em locais cujas condições são mais seguras”, comentou, em transmissão ao vivo pelas redes sociais.

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A onda branca, presente na primeira versão do programa, foi extinta. Na fase vermelha, estarão autorizados a funcionar apenas os serviços essenciais. O "leque" de atividades liberadas aumenta conforme as cidades avançam estágios.

A lógica das cores sofreu alteração. Antes, a onda verde dizia respeito às cidades onde apenas os serviços essenciais poderiam funcionar — caso de Ouro Preto, na região Central do estado, por exemplo. Agora, a onda verde será adotada pelas cidades em que a situação da Covid-19 é menos crítica.

O novo Minas Consciente entra em vigor no próximo dia 01. As academias de ginástica, por exemplo, vão compor o terceiro estágio do programa.

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Segundo o chefe do Executivo estadual, a nova versão tem o objetivo de aprimorar o plano inicial. "Essa nova fase não quer dizer relaxamento. Quer dizer que temos continuar tomando todos os cuidados, mas que alguns critérios, por conta de nosso aprendizado, serão aprimorados", pontuou.

Autonomia

Ainda segundo o governador, os municípios poderão escolher seguir as diretrizes adotadas pelas macro ou pelas microrregiões de saúde das quais fazem parte.

As cidades com menos de 30 mil habitantes terão, nas palavras de Zema, tratamento diferenciado.

“Um dos principais focos de transmissão é o transporte coletivo, porque ali há grande aglomeração de pessoas, que tocam nos corrimões e suportes. Isso facilita muito a propagação. Cidades pequenas, que são a grande maioria dos municípios de Minas Gerais, não têm suporte coletivo em sua maioria. Lá, as pessoas circulam a pé, de bicicleta ou de carro. As distâncias a serem percorridas são pequenas”, justificou.

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