Minas Gerais registrou 426 denúncias de comércio de cerol e linha chilena nos primeiros seis meses de 2021. O número é quase 80% do total computado em todo o ano passado: 539. Os números, inclusive, podem aumentar. Lançada nesta quarta-feira (21) pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), a segunda edição da campanha "A vida por um fio" visa a estimular a população a dar queixa desse tipo de crime.
A iniciativa, que será feita com a divulgação de peças on-line, também busca conscientizar os mineiros sobre os riscos e o uso das linhas cortantes, que podem provocar ferimentos profundos em uma pessoa e até matar. Em 22 de junho, por exemplo, um motociclista teve cortes e sangramento intensos no pescoço depois de ser atingido por material do tipo quando passava pela BR-381, na altura do bairro Jardim Vitória, região Nordeste de Belo Horizonte.
A campanha da Sejusp orienta o cidadão a acionar o Disque Denúncia Unificado (DDU), o 181. A ligação é gratuita, anônima e funciona de forma ininterrupta. Em caso de flagrantes, o recomendado é chamar o 190 (Polícia Militar) ou a Guarda Municipal.
A multa para quem for pego em flagrante vendendo as linhas varia de R$ 3.590 a R$ 179 mil, se o autor for reincidente.
No caso de crianças e adolescentes, os pais ou responsáveis serão notificados e o Conselho Tutelar é comunicado sobre o fato.

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