
Após mais de 150 dias sem chuvas, moradores de Congonhas, na Região Central de Minas Gerais, realizaram um ritual nesta terça-feira (17), para pedir chuva.
Com a seca severa e incêndios florestais frequentes, a população, formada principalmente por senhoras de 60 a 70 anos, percorreu os cruzeiros da cidade, rezando e molhando a base das cruzes, em um ato de fé para espantar a estiagem.
Dona Lia, uma moradora de 71 anos, expressou sua confiança na tradição, afirmando que sempre recorreu à fé em momentos de seca. “Deus sempre nos atendeu. Ele vai nos atender!”, disse, esperançosa. A seca intensa não apenas afetou o clima, mas também cobriu a região com poeira e fumaça, agravando as condições de vida dos moradores.
Como em outras cidades de Minas Gerais, os incêndios em vegetação têm sido recorrentes, e a falta de água tem tornado a situação ainda mais crítica. Dona Lia desabafou sobre as dificuldades enfrentadas: “Tá tudo queimado, e sem água a gente não vive.”

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