
Uma mãe de um jovem de 18 anos, que possui Transtorno do Espectro Autista (TEA), relata a situação que viveu em um guichê de uma empresa de ônibus, ao ir para Sete Lagoas no último sábado (21). Seu filho teve negado o direito a passe livre no coletivo intermunicipal.
Ela estava em Belo Horizonte e tentou adquirir três passagens para a cidade pela Setelagoano – uma delas, para o filho, no ônibus que sairia às 12h40.
Alegando que ele tinha a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), a mulher solicitou a gratuidade do bilhete, o que lhe foi negado pelos atendentes da empresa, dizendo que as vagas de gratuidade já estavam preenchidas – ela aponta que nem um desconto lhe foi assegurado.

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