
A primeira morte em Minas por febre amarela em 2025 acendeu um alerta: com que frequência é necessário se se vacinar contra a doença? Dúvida que, às vezes, nem mesmo em um posto de saúde pode ser sanada. Leitores do Hoje em Dia relataram ter recebido duas informações diferentes em relação à doença transmitida pela picada de mosquitos infectados.
A recomendação do Ministério da Saúde é que o imunizante seja aplicado em uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos quatro anos. Já para as pessoas que não tenham recebido nenhuma dose neste período da vida, a recomendação é de uma dose única, dos 5 aos 59 anos. Pessoas com 60 anos ou mais podem ser vacinadas após avaliação das condições de saúde e existência de possíveis contraindicações à vacinação.
Há, no entanto, a dúvida em relação à validade do imunizante. Quem viaja para Bolívia, Colômbia ou Venezuela, por exemplo, precisa apresentar cartão que comprove ter sido imunizado contra a doença.
A orientação antiga sobre a vacina era que, após uma dose, a pessoa deveria tomar um reforço após 10 anos. Entretanto, essa recomendação foi alterada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 2014 e pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações) em 2017. As autoridades de saúde reconheceram que apenas uma dose é suficiente para garantir a proteção.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), os postos de saúde devem seguir as orientações do Ministério da Saúde, sendo aplicada uma aos 9 meses e outra aos quatro anos.
Ainda segundo a pasta, pessoas que tomaram duas doses antes dos 5 anos de idade ou uma dose depois dos 5 anos de idade não precisam se vacinar novamente, pois a imunização dura por toda a vida.
Viajantes internacionais e viajantes para áreas com evidência de circulação do vírus febre amarela (em humanos ou epizootias), não vacinados, a recomendação é que seja administrada uma dose da vacina com pelo menos com 15 dias de antecedência da viagem.
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