
Apesar do aumento no número de acidentes com escorpiões em 2024, os dados apontam uma redução no total de óbitos registrados. De acordo com os números divulgados, foram contabilizados 201 mil casos ao longo do ano, com 126 mortes. Ainda assim, a taxa de letalidade apresentou crescimento, passando de 0,06 para 0,12 em comparação ao ano anterior.
Crianças e idosos seguem sendo os grupos mais vulneráveis aos efeitos do veneno, o que reforça a importância de saber como agir corretamente em caso de picada. A conduta adequada nas primeiras horas pode impactar diretamente a evolução do quadro e contribuir para a redução da gravidade dos casos.
Especialistas alertam que, em caso de picada, não se deve aplicar pomadas no local, já que elas são ineficazes para impedir a penetração do veneno e podem alterar a coloração da pele. A orientação é lavar imediatamente e de forma suave a área afetada com água e sabão, reduzindo o risco de infecções secundárias. Também não são recomendados procedimentos como torniquetes, cortes ou sucção no local da picada.
Compressas mornas podem ser utilizadas para aliviar a dor até a chegada a uma unidade de saúde, onde será avaliada a necessidade de aplicação do soro antiescorpiônico. O uso de gelo é contraindicado, assim como qualquer tentativa caseira de tratamento. A recomendação é procurar atendimento médico o mais rápido possível.
Os acidentes com escorpiões podem variar de leves a graves. O veneno atua no sistema nervoso e provoca dor intensa no local da picada, que pode se irradiar por todo o membro atingido. Em quadros moderados, os sintomas podem evoluir para suor excessivo, vômitos e taquicardia. Já nos casos graves, há risco de salivação intensa, insuficiência cardíaca, edema pulmonar e, em situações extremas, morte.
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