
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, decidiu arquivar de forma definitiva a investigação que analisava a atuação do ministro José Antonio Dias Toffoli no chamado caso Master. A medida, sem possibilidade de recurso, encerra a apuração aberta após a Polícia Federal apontar possíveis vínculos do magistrado com o Grupo Master, investigado por uma fraude bilionária no sistema financeiro.
Toffoli deixou a relatoria do processo depois de questionamentos sobre eventual conflito de interesses, mas permanece no julgamento com direito a voto. O arquivamento ocorreu após um acordo interno entre os ministros do STF, firmado em reunião realizada antes do Carnaval, que rejeitou formalmente a alegação de suspeição levantada pela Polícia Federal e validou todos os atos praticados por Toffoli enquanto esteve à frente do caso.
Com a decisão, além de encerrar a apuração individual contra o ministro, a Corte assume coletivamente a responsabilidade institucional pelo andamento das investigações relacionadas à fraude. Na prática, embora não conduza mais o processo, Toffoli segue habilitado a participar das deliberações e votar nas decisões.
O processo tramita sob sigilo e envolve suspeitas de uma ampla rede de influência política e institucional que teria facilitado a atuação do grupo investigado em diferentes instâncias de poder.
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