
A tradicional estátua do Juquinha, um dos pontos turísticos mais conhecidos da Serra do Cipó, foi vandalizada antes mesmo de ser reinaugurada. A previsão era de que o monumento fosse reaberto ao público em maio de 2026, após passar por uma restauração completa.
De acordo com moradores da região, os danos aconteceram em março. Parte da lapela do paletó da escultura foi quebrada, além de várias marcas profundas feitas nas costas da imagem, com nomes e frases, inclusive em inglês.
O que chama atenção é que o local conta com monitoramento 24 horas, com câmeras movidas a energia solar e conectadas à internet. Mesmo com toda essa estrutura, não foi possível evitar a ação dos vândalos.
A estátua tinha acabado de passar por uma recuperação que durou cerca de cinco meses. O trabalho foi realizado após um acordo entre o Ministério Público de Minas Gerais e a mineradora Anglo American, responsável pelo terreno onde fica o monumento.
A reforma incluiu reparos na estrutura, correção de danos antigos e melhorias na aparência da escultura, que ao longo dos anos vinha sofrendo tanto com vandalismo quanto com o desgaste causado pelo clima da região.
O caso gerou indignação entre moradores e visitantes da Serra do Cipó. Para muita gente, a estátua vai além de um ponto turístico, ela representa uma parte importante da história local.
O Juquinha, na verdade chamado José Patrício, era uma figura bastante conhecida e querida na região. Ele morreu em 1983 e, alguns anos depois, ganhou a homenagem com a construção da estátua, inaugurada em 1987.
Agora, com mais esse episódio de vandalismo, cresce a preocupação sobre a preservação do monumento e a necessidade de reforçar a proteção no local.
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