
O candidato ao governo de Minas Gerais Alexandre Kalil (PDT) criticou o que considera um processo de redução e abandono da cultura mineira durante sabatina promovida por O TEMPO. Para o ex-prefeito de Belo Horizonte, a identidade cultural do Estado não pode ser resumida a elementos como gastronomia e bebidas típicas.
“A cultura de Minas foi reduzida a pão de queijo, queijo e cachaça”, afirmou Kalil ao defender uma política cultural mais abrangente para Minas Gerais. A declaração foi feita durante a entrevista, realizada nesta segunda-feira (14).
Na avaliação do candidato, Minas possui uma produção cultural diversificada, com manifestações artísticas e tradições espalhadas pelas diferentes regiões do Estado. Ele argumentou que o poder público precisa ampliar o incentivo ao setor e criar condições para que artistas e produtores culturais tenham maior participação na economia.
A cultura foi um dos temas abordados por Kalil durante a sabatina, que também tratou de questões como a dívida de Minas Gerais com a União, infraestrutura, saúde e gestão pública. O candidato aproveitou a entrevista para fazer críticas às administrações estaduais anteriores e apresentar propostas para um eventual governo
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