
Além de rejeitar a possibilidade da legalização de drogas no país com índices superiores a 80%, a maioria da população mineira acredita que o consumo de cigarro deva ser proibido. No entanto, a parcela majoritária dos mineiros rechaça o cenário em que o uso de bebidas alcoólicas seja ilegal. Isso é o que mostram os dados da pesquisa Minas no Brasil de 2018, desenvolvida por O TEMPO em parceria com o grupo Mercadológica.
O levantamento aponta que 52,2% do eleitorado do Estado respondeu que o consumo de cigarro comum, uma droga hoje legalizada, deveria ser vetado no Brasil. Segundo o estudo, quem mais concorda com essa tese são as mulheres (58,9%), pessoas com mais de 45 anos (62%) e entrevistados das classes C, D e E (55,5%). Outra parcela, que representa 47,8% dos participantes da pesquisa, não concorda que o tabaco seja banido no Brasil, especialmente pessoas que pertencem às classes A e B (60,9%).
Conforme resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) somente não podem ser comercializados no país cigarros com sabor. Porém, apesar de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter validado a norma, a venda ainda pode ocorrer com base em liminares. Já a Lei Antifumo (12.546/2011) estabelece regras que, entre outras coisas, proíbe o uso do cigarro em ambientes fechados de uso coletivo, extingue os fumódromos e torna mais rígidas as normas de propaganda desses produtos.
Álcool. Quando questionados se o consumo de bebidas alcoólicas deveria ser impedido, 37,4% dos ouvidos aprovaram essa ideia. Assim como na questão referente ao cigarro, o grupo que é mais implacável com o uso de álcool e quer restringi-lo é formado, em sua maioria, por mulheres (48,7%), por entrevistados acima de 45 anos (50,2%) e por aqueles que fazem parte das classes C, D e E (42%).
A maioria (62,6%) do eleitorado de Minas Gerais declarou que não vê nenhuma necessidade em proibir a comercialização de bebidas alcoólicas. O levantamento mostra que esse entendimento é mais recorrente entre participantes homens, entre os quais o percentual foi de 74,8%; os mais jovens (18 a 34 anos), que somaram o índice de 79,2%; e os entrevistados mais ricos, pertencentes às classes A e B, entre os quais 81,3% rejeitam a proibição.
Representação. A pesquisa foi realizada com 601 pessoas, em 45 municípios do Estado, entre os dias 16 e 22 de abril. E, segundo o perfil dos que participaram da amostragem, 59,4% da população mineira disse que não ingere bebida alcoólica, contra 40,6% dos que consomem. Ainda de acordo com esse recorte no estudo, outros 84,7% do eleitorado mineiro afirmaram que não são fumantes, enquanto o número dos que consomem cigarro chegou a 15,3%.
Eleição
Discussão. Mensalmente, o projeto desenvolvido por O TEMPO vai mostrar a percepção do eleitorado mineiro sobre temas de interesse público que vão pautar o debate eleitoral deste ano no Estado.
Por Fransciny Alves - OTempo

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