
Sete Lagoas está entre os 500 municípios brasileiros selecionados como prioritários para receber apoio técnico e institucional no enfrentamento da insegurança alimentar, por meio do Plano Brasil Sem Fome. A iniciativa foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira (26) e tem como objetivo retirar novamente o Brasil do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU), por meio de um conjunto de 80 ações e 100 metas estratégicas.
Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o plano envolve a atuação integrada de 24 ministérios e articula políticas públicas nas áreas de segurança alimentar e nutricional, agricultura familiar, educação, saúde e assistência social. O foco principal são famílias em situação de vulnerabilidade social e econômica.
A escolha de municípios como Sete Lagoas levou em consideração indicadores de risco social e o número de famílias em situação de insegurança alimentar. A cidade enfrenta desafios ligados à pobreza urbana e à desigualdade no acesso a alimentos saudáveis. Entre as medidas previstas estão o fortalecimento da rede local de proteção social e a ampliação de programas de distribuição de alimentos.
O documento técnico do plano também prevê investimentos em agricultura urbana e periurbana, incentivo à produção por pequenos agricultores e parcerias com cooperativas locais. Essas ações podem beneficiar diretamente comunidades periféricas e escolas públicas, por meio da implantação de hortas comunitárias e do reforço nos programas de alimentação escolar.
Outro eixo do Plano Brasil Sem Fome é a integração das políticas de saúde e educação. Estão previstas campanhas de conscientização nutricional, ações de combate ao desperdício de alimentos e incentivo ao consumo de alimentos frescos e saudáveis. Em Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Educação deve atuar em conjunto com o MDS para ampliar o alcance da merenda escolar, garantindo refeições equilibradas para crianças e adolescentes.
A portaria ainda estabelece mecanismos de governança intersetorial, com a criação de colegiados locais e estaduais responsáveis pelo monitoramento das metas e avaliação dos resultados. Cada município deverá instituir um comitê de acompanhamento, com participação de gestores públicos, representantes da sociedade civil e universidades, assegurando transparência e eficácia na execução das ações previstas.
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