
Não há como negar que o Fusca simboliza o automóvel, assim como Jipe Willys é sinônimo de utilitário. Mas nenhum automóvel, pelo menos no Brasil, teve o mesmo prestígio e idolatria que o Opala. O clássico da Chevrolet completou 50 anos esta semana e segue cultuado e valorizado no mercado de usados e confrarias, numa devoção que passa de geração em geração, seja para mantê-lo com o máximo de originalidade, seja para rebaixá-lo ou preparado para provas de arrancadas.
O Opala foi o primeiro automóvel de passeio que a Chevrolet fabricou no Brasil. Derivado do Opel Rekord, diferenciava-se do sedã alemão em suas extremidades, que traziam elementos do Chevrolet Nova, fabricado nos Estados Unidos, como os faróis ovalados e as lanternas diminutas.
Nos 24 anos que esteve em produção, o Opala teve duas opções de carroceria: sedã e cupê, além de uma versão perua que foi batizada de Caravan.
Estrutura
No entanto, estruturalmente o Opala manteve-se fiel até 1992. Apenas passou por atualizações de estilo, que suavizaram vincos, substituíram faróis, lanternas, grade e para-choques. Ou seja, apenas nas extremidades.
Motores
Se a General Motors foi comedida no projeto da carroceria, também foi ponderada nos motores. Só duas unidades foram oferecidas, partindo do motor quatro cilindros 2.5 litros e o famoso seis cilindros 4.1 litros, o “seis canecos”. Por outro lado, foram utilizadas cinco opções de transmissão, que variavam de três a cinco marchas, com opções manuais e automáticas.
SS
Durante os anos de produção o Opala teve diversas versões, como Comodoro, Diplomata, Grand Luxo, mas a mais legal de todas foi a SS (Super Sport), que seguia a sigla do muscle cars da Chevrolet nos EUA. Vendido de 1971 a 1980, era equipado com o famoso motor 250 (4.1 litros), com potências que variaram entre 121 cv e 171 cv (brutos).
Despedida
Em 1992 a Chevrolet decidiu encerrar a produção do Opala: o sedã já não tinha o mesmo apelo de outrora, ainda mais depois da abertura das importações. A série Diplomata Collectors marcou a despedida. A edição tinha mimos como chave banhada a ouro, certificado e até mesmo um filme em VHS que contava a trajetória do Opalão.
Seja como for, original ou fuçado, seis cilindros ou quatro, sedã ou cupê, o Opala sempre será o Opala.
Vida longa ao rei!

Religião Diocese de Sete Lagoas celebra Dia Mundial da Vida Consagrada com missa no Carmelo
Conscientização Uso irregular de terrenos como depósito de lixo pode gerar multas em Prudente de Morais
Combate à fome Sete Lagoas integra lista de municípios prioritários em plano nacional contra a fome
Carnaval 2026 Pré-Carnaval e Carnaval em Minas ganham ação que troca recicláveis por pontos e Pix
Pagamento Prefeitura de Sete Lagoas divulga calendário de pagamento do adicional insalubridade para ACS e ACE
Vaquinha Nova vaquinha em Sete Lagoas busca arrecadar recursos para tratamento de comerciante Mín. 18° Máx. 26°

