
Os problemas envolvendo a saúde de Sete Lagoas continuam sendo alvo de muitas polêmicas e investigações na cidade.
O remanejamento de verbas que seriam destinadas ao atendimento de Média e Alta Complexidade para o HNSG, teria sido utilizado para saldar a folha de pagamentos dos servidores da Secretaria de Saúde. Segundo o vereador Marcelo da Cooperselta, a prefeitura teria feito o remanejo de verbas carimbadas, o que é ilegal.
Esta semana, o vereador Marcelo da Cooperselta, conseguiu as seis assinaturas que precisava para a instalação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), da Saúde de Sete Lagoas. O pedido teve as assinaturas dos vereadores, Cláudio Nasif (Caramelo), Fabrício Nascimento, Marli de Luquinha, Joaquim Gonzaga, Milton Martins e Marcelo da Cooperselta. Marcelo ainda espera que os vereadores de seu partido PMDB, Márcio Paulino Lulú e Gilberto Doceiro também assinam o pedido. A CPI deverá começar os trabalhos logo após o recesso do Legislativo.
As denúncias vêm ganhando força e o caso também está sendo investigado pelo (Ministério Público Federal). Segundo o Procurador Doutor Antônio Arthur Barros Mendes, a investigação esta em fase inicial, aguardando respostas do município para que o caso continue tendo avanço nas investigações.
O MPF já teria requisitado do Secretário Cláudio Ribeiro (Busu), esclarecimentos sobre o caso.

Tudo começou através de uma entrevista em um programa de rádio na cidade, onde a denúncia da falta de pagamento do repasse ao HNSG foi divulgada, dando início a um embate entre HNSG e Secretaria de Saúde de Sete Lagoas.
O secretário Cláudio Ribeiro (Busu), chegou declarar que o remanejamento da verba para o atendimento de Média e Alta Complexidade para o pagamento dos servidores da secretaria não tem nenhuma ilegalidade. Cláudio Busu informou a redação do Megacidade.com, que está ciente e que está trabalhando junto ao Ministério Público na investigação.
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