
Um estudo realizado nos Estados Unidos mostou que o canabidiol (CBD), um derivado da maconha, apresentou bons resultados em ratos infectados com uma doença semelhante à causada pelo novo coronavírus. Os cientistas apontam que isso pode ser um sinal de que a substância pode agir da mesma maneira com os humanos.
No estudo foram usados ratos com síndrome respiratória aguda grave (Sars), que é causada por um vírus muito parecido com o coronavírus causador da covid-19. O canabidiol conseguiu diminuir a chamada “tempestade de citocina”, um efeito colateral da defesa imunológica do corpo, que causa inflamação em vários órgãos, assim como problemas de oxigenação no sangue e consequências pulmonares.
“Os sintomas foram totalmente ou parcialmente revertidos, e retomaram os níveis normais após o tratamento com CBD”, escrevem os autores. Também foi observado um aumento no número de linfócitos, células que combatem infecções no corpo.
“As informações sustentam a noção de que o CBD pode reduzir a tempestade inflamatória e os efeitos de uma inflamação exagerada. Considerando todos os efeitos do CBD no corpo e como ele se distribui, é plausível que ele possa ser um candidato a tratar várias condições inflamatórias, entre elas a covid-19 e outros vírus que causam Sars”, garantem os responsáveis pela pesquisa.

Agora, o grupo da Augusta University, nos Estados Unidos, pretende testar a substância em humanos infectados com o coronavírus para descobrir se o canabidiol é, de fato, útil contra o micro-organismo.
SETE LAGOAS Prefeitura de Sete Lagoas abre inscrições para curso gratuito de artesanato com foco em geração de renda
NOVAS REGRAS Atendimento prioritário em Minas Gerais terá nova ordem entre idosos após mudança na lei
BARBACENA Após 123 anos de funcionamento e mais de 60 mil mortes registradas, Hospital Colônia de Barbacena será desativado Mín. 11° Máx. 24°

