O projeto de análise de esgotos coordenado por pesquisadores da UFMG estima que mais de um milhão de pessoas estão infectadas com o novo coronavírus em Belo Horizonte - informou em boletim divulgado nesta sexta-feira (4).
Todas as regiões monitoradas pelos pesquisadores apresentaram amostras do novo coronavírus, tanto na bacia do Arrudas como na bacia do Onça.
Este é o maior valor estimado de pessoas infectadas desde o início do monitoramento e da pandemia na capital mineira. Até então, o maior valor era 800 mil pessoas, no fim de julho (em agosto, chegou-se a registrar o número estimado de 40 mil). Em Contagem, o número de infectados, acredita-se, passe dos 200 mil infectados atualmente.
O resultado divulgado nesta sexta-feira faz referência à semana epidemiológica 48 (20 a 26 de novembro). Na semana anterior, o registro trazia cerca de 600 mil infectados e, anteriormente, 500 mil. “Este cenário reflete o aumento expressivo da circulação do vírus em Belo Horizonte e indica a tendência de agravamento da pandemia na capital”, ressaltam aos pesquisadores em nota enviada à imprensa.
Oficialmente, a capital mineira tem 53.704 confirmados de Covid-19, sendo que 1.674 moradores morreram em decorrência da doença.
Projeto
O projeto-piloto Monitoramento COVID Esgotos é realizado em 24 pontos de coleta no sistema de esgotamento sanitário de Belo Horizonte e Contagem pela Agência Nacional de Águas (ANA) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto (INCT ETEs Sustentáveis/UFMG). A ação é realizada em parceria com o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).
As amostras são analisadas no laboratório de microbiologia do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Em alta
Outros dados divulgados nesta sexta-feira (4) também indicam um agravamento da pandemia na capital mineira. A ocupação de leitos de UTI dedicados a pacientes graves com Covid, tanto na rede pública quanto particular, chegou a 50,6%. Ao ultrapassar os 50%, o índice agora está na fase amarela, considerada como alerta .
A ocupação de leitos de enfermaria Covid passou de 45,5% para 47,9%. Além disso, o número médio de transmissão por infectado, o chamado R(t), subiu de 1,05 para 1,06.

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