Um exame simples, disponível na rede pública de saúde, é a maior arma contra o câncer de mama, que mais mata mulheres no Brasil. Nesta sexta-feira (5) é celebrado o Dia Nacional da Mamografia, mas dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam para uma redução de 47% no número de mamografias realizadas em 2020, durante a pandemia de Covid-19.
O exame é o principal meio de detecção precoce da doença, e a queda considerável, tanto no sistema privado quanto no público, desperta um alerta sobre as consequências drásticas do diagnóstico tardio.
De acordo com a oncologista clínica do Instituto de Urologia, Oncologia e Cirurgia Robótica (IUCR) e do A.C.Camargo Cancer Center Andréa Paiva Gadêlha Guimarães, é fundamental manter os exames de prevenção mesmo durante a pandemia, para não retardar o diagnóstico. "Em situações mais avançadas, são necessários tratamentos mais agressivos e a doença tem menor chance de curabilidade", explica.
Assista ao vídeo com a especialista:
A oncologista explica que a mamografia de rotina em mulheres sem sintomas é fundamental como exame de eleição para a detecção precoce de lesões na mama, além da necessidade de se manter hábitos saudáveis para evitar a doença. "Controle do peso, não fumar, fazer atividades físicas, consumo moderado de álcool e a detecção precoce da enfermidade estão associados a cerca 95% de cura", pontua a médica.

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