Movimentação de pessoas nas eleições em outubro, feriados em novembro e nas festas de final de ano em 2020 contribuíram para o aumento de casos de Covid-19 em Minas Gerais, que se reflete ainda hoje nos índices de ocupação de leitos no Estado. Com a chegada do Carnaval, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-MG) teme que aglomerações possam, novamente, causar piora nos números da pandemia.
"Convocamos a sociedade a se cuidar no Carnaval. Não podemos ter aglomeração e mudança significativa do perfil epidemiológico que estamos vendo. Há cerca de 14 dias, começamos a ter o início da redução de ocupação de leitos. Chegamos a 74%, hoje ficamos entre 70% e 71%", disse o secretário de Estado da Saúde, Carlos Eduardo Amaral, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (11). Hoje, a ocupação dos leitos de UTI no Estado é de 70,7%, e os de enfermaria, 67%.
O governo de Minas decretou que o Carnaval não será ponto facultativo no Estado, portanto as repartições públicas seguirão funcionando normalmente. O governo Romeu Zema (Novo) pediu que os municípios mineiros sigam o exemplo e também que adotem as medidas mais restritivas do programa Minas Consciente durante o período. A capital Belo Horizonte proibiu as festas de rua, por exemplo, o que foi feito por outros destinos tradicionais de foliões, como Ouro Preto e Mariana.
“A nossa expectativa piora quando há aglomeração. Enquanto Estado, montamos a rede hospitalar e orientamos o comportamento da sociedade”, completou Amaral.

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