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Política Pandemia

Governo de MG prorroga mais uma vez estado de calamidade pública por causa da Covid-19

Decreto estende medida até o dia 31 de dezembro de 2021

16/06/2021 15h06 Atualizada há 2 meses
Por: Redação Fonte: Mega Cidade com G1 Minas — Belo Horizonte
Cidade administrativa, sede do governo de Minas Gerais — Foto: Danilo Girundi/TV Globo
Cidade administrativa, sede do governo de Minas Gerais — Foto: Danilo Girundi/TV Globo

O governador Romeu Zema (Novo) prorrogou mais uma vez o prazo do estado de calamidade pública em Minas Gerais decorrente da pandemia, agora para o dia 31 de dezembro de 2021. A decisão foi publicada nesta terça-feira (15) no Diário Oficial do Estado (DOE).

O estado de calamidade foi estendido por causa do aumento dos casos de Covid-19 no estado.

Anteriormente, Zema já havia feito a primeira prorrogação, pelo mesmo período, de 31 de dezembro de 2020 para 30 de junho de 2021.

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Com a decretação de calamidade, o estado fica dispensado de atingir os resultados fiscais, além de não precisar fazer licitações públicas para contratar bens e serviços necessários no enfrentamento da pandemia.

A Assembleia Legislativa informou, às 12h50, que o pedido de análise do decreto ainda não tinha sido recebido pela Casa.

Até esta terça-feira (15), de acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde, Minas Gerais já teve 1.694.681 pessoas com teste positivo para a Covid-19, sendo que 9.719 delas foram notificadas ao estado somente nas últimas 24 horas.

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Desde a véspera, 52 mortes causadas pelo novo coronavírus foram registradas entre mineiros. Ao todo, desde o início da pandemia, o estado já perdeu 43.206 pessoas para a doença.

Em todo o estado, 92.557 pacientes continuam em acompanhamento, enquanto 1.558.918 são consideradas "recuperados". Ou seja, são pessoas que atendem a três pré-requisitos: estão há 72 horas assintomáticas; receberam alta hospitalar e/ou cumpriram isolamento domiciliar de dez dias; e estão sem intercorrências.

Desde o início da pandemia, 148.110 mineiros tiveram que ser internados, na rede pública ou privada. Os outros 1.546.571 ficaram em isolamento domiciliar.

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