Em entrevista, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), afirmou que a relação com o chefe do Executivo federal, Jair Bolsonaro (sem partido), não é simples, nem fácil. Afastado das reuniões ministeriais e dos eventos do governo, o general disse que “tenta cooperar com o presidente”, mas destacou que “fica difícil” ajudar “sem saber o que está acontecendo” no Palácio do Planalto.
Mourão recorreu à história para justificar o distanciamento do mandatário do país. “O papel do vice-presidente na história da República sempre foi complicado. Começando pelo primeiro, o Floriano Peixoto”, lembrou. “Não é uma relação simples, não é uma relação fácil”, disse (confira a partir de 12’). “O que tenho tentado é cooperar com o presidente, e para isso preciso saber o que está acontecendo. Quando não sei o que está acontecendo, fica difícil cooperar”, queixou-se.
O general, no entanto, afastou a possibilidade de uma ruptura. “Fui eleito para ser vice-presidente do presidente Jair Bolsonaro. Então, vou acompanhá-lo até o dia 31 de dezembro do ano que vem”, disse. Mourão garantiu, ainda, que apoiará o mandatário em 2022.

POLÍTICA Ex-prefeito Kalil é condenado por improbidade e nepotismo em Belo Horizonte
SETE LAGOAS STF notifica empresários de Sete Lagoas e estabelece prazo para resposta sobre atos de 8 de janeiro
TITULO ELEITORAL Mais de 970 mil eleitores em Minas Gerais estão com o título cancelado e têm prazo para regularizar a situação
POLÍTICA Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF em votação inédita
AUDIÊNCIA PÚBLICA Audiência pública na ALMG vai debater fim de cachês abusivos em shows
POSSÍVEL ALIANÇA Aécio Neves surpreende ao admitir chance de aliança com Luiz Inácio Lula da Silva em Minas: “Na política, nada é impossível” Mín. 18° Máx. 28°

