Em entrevista, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), afirmou que a relação com o chefe do Executivo federal, Jair Bolsonaro (sem partido), não é simples, nem fácil. Afastado das reuniões ministeriais e dos eventos do governo, o general disse que “tenta cooperar com o presidente”, mas destacou que “fica difícil” ajudar “sem saber o que está acontecendo” no Palácio do Planalto.
Mourão recorreu à história para justificar o distanciamento do mandatário do país. “O papel do vice-presidente na história da República sempre foi complicado. Começando pelo primeiro, o Floriano Peixoto”, lembrou. “Não é uma relação simples, não é uma relação fácil”, disse (confira a partir de 12’). “O que tenho tentado é cooperar com o presidente, e para isso preciso saber o que está acontecendo. Quando não sei o que está acontecendo, fica difícil cooperar”, queixou-se.
O general, no entanto, afastou a possibilidade de uma ruptura. “Fui eleito para ser vice-presidente do presidente Jair Bolsonaro. Então, vou acompanhá-lo até o dia 31 de dezembro do ano que vem”, disse. Mourão garantiu, ainda, que apoiará o mandatário em 2022.

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