O ano novo ainda nem começou, mas já promete pesar ainda mais no bolso dos brasileiros. Documento emitido pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) na última semana prevê um reajuste de 21% na conta de luz para 2022. Segundo o órgão, a alta é um reflexo da crise hídrica enfrentada pelo país. As informações foram obtidas com exclusividade pelo jornal Estadão.
“Nossas estimativas apontam para um cenário de impacto tarifário médio em 2022 da ordem de 21,04%, quando avaliado todo o universo de custos das distribuidoras e incluídos esses impactos das medidas para enfrentamento da crise hídrica”, diz o documento.
Esse aumento supera todos os reajustes que entraram em vigor neste ano. Em outubro, por exemplo, quase oito milhões de moradores do Distrito Federal, Goiás e São Paulo passaram a pagar 16% mais caro nas contas de energia.
Em setembro deste ano, entrou em vigor uma nova bandeira tarifária, chamada de “Escassez Hídrica”, que gerou uma alta de 6,78% na conta de luz. Com a bandeira, válida até abril de 2022, cada 100 kWh passou a custar R$ 14,20 (relembre aqui).
Segundo a Aneel, a medida foi tomada para evitar um reajuste de até 50% na bandeira vermelha nível 2. Brasileiros considerados de baixa renda, beneficiados pela tarifa social, não foram afetados pelo aumento.

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