
Recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) evitaram 300 milhões de novos fumantes no mundo nos últimos 15 anos. Apesar da redução no uso do tabaco, o fumo ainda mata 8,7 milhões anualmente.
Além disso, cerca de 1,3 milhão de pessoas morrem anualmente devido ao fumo passivo, apenas por conviver ao lado de fumantes. Segundo a OMS, todas essas mortes são totalmente evitáveis.
Pensando nisso, a Prefeitura de Sete Lagoas - por meio das equipes da Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde - está criando em diversas unidades de saúde do Município grupos do Programa de Atendimento contra o Tabagismo (PNCT).
O programa é direcionado às pessoas que desejam parar de fumar. Até o momento já fazem parte do programa as unidades de saúde dos bairros Santa Rosa, Nossa Senhora das Graças, Santa Luzia (I e II), Fazenda Velha, Luxemburgo, Várzea e Montreal.
Os grupos são formados conforme a procura pelo serviço e as atividades começam quando há o fechamento das turmas.
O PNCT é oferecido gratuitamente pelo SUS e, em Sete Lagoas, tem capacidade para atender até 30 pessoas por unidade. O tratamento funciona por meio de sessões estruturadas em grupos, seguidas de consultas médicas ou com dentistas, para a prescrição dos medicamentos e adesivos de nicotina, distribuídos gratuitamente pela rede SUS.
O público prioritário são as pessoas com complicações pulmonares, em tratamento de câncer, diabéticos, hipertensos, adolescentes, idosos e gestantes, no entanto, o tratamento está disponível para todos, incluindo aqueles que fazem uso do cigarro tradicional ou vape (cigarro eletrônico).
O objetivo do programa é reduzir a prevalência de fumantes e a consequente morbimortalidade relacionada ao consumo de derivados do tabaco no Brasil.
A atuação visa prevenir a iniciação do tabagismo, principalmente entre crianças, adolescentes e jovens e para proteger a população da exposição à fumaça do cigarro, reduzindo o dano individual, social e ambiental dos produtos derivados do tabaco.
Para ter acesso ao tratamento basta ser fumante, residir no município e procurar uma dessas unidades de saúde que já possuem os grupos formados.

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