
Prevenir a gravidez indesejada, sobretudo em mulheres em situação de rua ou com problemas mentais, infelizmente, as mais vulneráveis em casos de abusos sexuais. Esse é o objetivo do programa Implanon, implementado pela Prefeitura de Sete Lagoas, por meio das secretarias municipais de Saúde e de Assistência Social. As primeiras mulheres receberam seu contraceptivo na última quarta-feira, 13 de setembro, no Centro de Saúde Santa Luzia.
Depois de uma rápida palestra com as pacientes e seus familiares, alguns testes rápidos são realizados para identificar alguma infecção venérea ou gravidez. Com os resultados em mãos, o implante é feito sem dor e em menos de cinco minutos. "São poucas prefeituras no Brasil que disponibilizam esse método. A gente fica muito feliz com a implementação dessa iniciativa em Sete Lagoas, pois trata-se de um método seguro, indolor, com duração de três anos e uma falha de 0,1%", atesta o médico ginecologista da Prefeitura, Dr. Rogério Vicente Ferreira.
O médico explica também como o contraceptivo funciona no corpo da mulher. "Ele vem dentro um bastão que tem cerca de 8 centímetros e vai liberando o hormônio progesterona aos poucos, durante três anos. Após a anestesia local, ele é implantado no braço da paciente. Um ato tranquilo, bastante rápido e com baixíssimo nível de complicação. Fazemos um controle 30 dias depois, três meses depois, seis meses depois e a cada ano após a aplicação. Além disso, fica uma consulta aberta de urgência caso a paciente tenha alguma adversidade", informa Dr. Rogério.
Para mais informações sobre quem tem direito ao implante, procure o Centro de Atenção Psicossocial, o Centro Estadual de Atenção Especializada ou o CRAS mais próximo de casa.
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