
Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (@ufmg) descobriram em uma das aranhas mais venenosas do Brasil O potencial fármaco contra a disfunção erétil. Estudo com toxina da espécie ‘Phoneutria nigriventer’ resultou em peptídeo cuja ação pode favorecer a ereção.
Essa toxina da aranha, identificada por pesquisadores da Fundação Ezequiel Dias (Funed), embora perigosa, pode resultar em um novo medicamento. O candidato a fármaco para impotência sexual, aprovado recentemente na fase 1 de testes, tem o potencial de atender a homens com disfunção erétil que, por diferentes motivos, não podem fazer uso dos medicamentos hoje disponíveis no mercado.
“É uma pesquisa inspirada pela nossa biodiversidade, que começa com o estudo do veneno de uma aranha e está próxima de gerar um possível medicamento. Isso ajuda a demonstrar por que a nossa fauna deve ser preservada: ela é uma fonte inesgotável de moléculas bioativas, e não conhecemos nem 1% desse potencial", disse a professora Maria Elena de Lima, aposentada do Departamento de Bioquímica e Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG.
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